
Combinei de me encontrar com ele na esquina de meu trabalho...Ele estaria me esperando desde as 18, mesmo sabendo que eu desceria meia hora depois. Talvez um pouco mais tarde... Por falta de opção melhor, sentamo-nos numa praça pública que habitava diferentes criaturas: de pombos sujos a crianças barulhentas e festivas, passando por mendigos a moradores locais.
Tomei uma água com gás; na verdade, duas. Ele, um Ice tea. Light. Gostei da escolha: assim, poderia eu, mais tarde, furtar um gole do refresco.
Ele era ainda mais bonito ao vivo, embora menos falante e extrovertido do que eu imaginara...
O encontro durou menos de 2 horas. Não por falta de vontade ou afinidade; mas acredito que pra um primeiro contato o tempo foi suficiente para fazer a passagem do ser virtual ao real.
Se gostei? Amei! Principalmente por eu ter me arriscado a sair do meu casulo e voar como borboleta.
Precisamos estar, sempre, em constantes transformações. Externas e internas; principalmente!